PRE-SEED · BERLIM
A diBoaS está construindo um aplicativo financeiro não custodial que ajuda pessoas a organizar dinheiro por objetivo e empresas a organizar caixa por função.
Antes de qualquer movimentação, a diBoaS mostra o caminho, os custos, a liquidez e os riscos. O usuário mantém o controle. A diBoaS é a interface, não a custodiante.
Pré-lançamento. Pre-seed. Riscos tratados de forma direta.
A TESE
Fintech para consumidor parece enorme de fora. Mas a economia por usuário costuma ser pequena.
A diBoaS não tenta esconder isso.
O produto para pessoas físicas constrói marca, confiança e distribuição. O produto para empresas sustenta a receita por meio de regras de caixa, caminhos de pagamento, controle de liquidez e taxas explícitas de movimentação.
Essa é a tese: B2C constrói confiança e distribuição. B2B sustenta a receita.
O modelo não depende de fingir que consumidor paga muito. Ele depende de entender onde a confiança vira receita.
O QUE ESTAMOS CONSTRUINDO — E POR QUE AGORA
A maioria dos apps mostra seu dinheiro como um número só. Mas dinheiro sempre tem uma função — uma reserva de emergência, a folha do próximo mês, proteção contra uma moeda que não para de escorregar.
A diBoaS começa pela função do dinheiro. Antes de qualquer movimentação, mostra o caminho, o custo, a liquidez e o risco. Aí você decide.
A infraestrutura para isso finalmente existe: o dinheiro pode circular, liquidar e ser programado de formas que pessoas comuns e pequenas empresas não alcançavam há uma década. Mas a interface ainda fala com iniciados — pessoas recebem promessas em vez de explicações; empresas costuram o caixa entre bancos, cartões, planilhas e ferramentas que nunca se encaixam.
Antes do dinheiro se mover, você deveria entender o caminho, o custo, a liquidez e o risco.
Pessoas escolhem um objetivo. Empresas definem regras. A diBoaS mostra o caminho antes do dinheiro se mover.
MERCADOS
A diBoaS foi pensada para quatro mercados de lançamento, cada um com uma porta de entrada cultural e financeira diferente.
Objetivo, e proteção em dólar.
Dinheiro com função — acesso e movimentação.
Planejamento, clareza e risco visível.
Um plano, os custos e prudência explicada.
A espinha dorsal do produto permanece igual: objetivo, regra, custo, liquidez, risco e controle do usuário. A forma de construir confiança muda por mercado.
MODELO DE RECEITA
A diBoaS ganha dinheiro por meio de taxas explícitas de movimentação.
A empresa não pega spread sobre o retorno das estratégias. A receita cresce quando o dinheiro entra, sai ou uma estratégia é encerrada.
O modelo é direto: ARPU de consumidor é estruturalmente pequeno. B2C constrói confiança e distribuição. B2B sustenta a receita.
ESTÁGIO ATUAL
A diBoaS está em estágio pre-seed e pré-lançamento.
O site de marketing e o produto de inteligência de mercado já estão no ar. O produto financeiro principal está especificado e planejado para ser construído com a rodada.
A captação financia a construção do produto financeiro, marcos regulatórios de lançamento, auditoria de segurança, infraestrutura, constituição da empresa e validação inicial B2B.
No ar hoje
O que a rodada constrói
FUNDADOR
A diBoaS é baseada em Berlim e conduzida por um fundador solo com 20 anos de experiência em produto e TI no Brasil, Estados Unidos, Japão e Alemanha.
A base atual do produto, pesquisa, arquitetura, análise regulatória, modelo financeiro e materiais para investidores foi construída com um processo assistido por IA e disciplina de construção orientada por testes.
A rodada financia a próxima fase: construção do produto financeiro, suporte técnico, análise jurídica, auditoria de segurança, infraestrutura, constituição da empresa e validação inicial B2B.
A RODADA
A diBoaS está preparando uma rodada pre-seed para financiar a construção do produto financeiro, cumprir os marcos de lançamento, cobrir auditoria de segurança, infraestrutura, constituição da empresa e validar a primeira demanda B2B.
O objetivo da rodada não é fazer barulho. É provar o essencial: construir o produto financeiro, cumprir os marcos de lançamento, validar a primeira demanda B2B, transformar premissas em evidência.
Os detalhes da estrutura da rodada são compartilhados nos materiais privados para investidores.
MATERIAIS PARA INVESTIDORES
A sala do investidor inclui o Plano de Negócios, o Investor FAQ e materiais de apoio sobre modelo, riscos, uso dos recursos, posição regulatória, roadmap do produto, lógica de taxas e arquitetura técnica.
O FAQ é direto de propósito. O que ainda não está resolvido aparece como item aberto.
Os documentos completos são compartilhados sob solicitação.
A página de decisão em uma tela: o aporte, os termos, o break-even, as metas de validação e o status — a sala inteira num relance.
DisponívelVisão geral para investidores: produto, problema, modelo, sequência de mercados, go-to-market, caminhos da rodada e principais riscos do modelo.
DisponívelPerguntas e respostas detalhadas sobre unit economics, regulação, custódia, tração, moat, time, estrutura da rodada e riscos em aberto.
DisponívelDeck curto para abrir conversas com investidores.
DisponívelO que o caminho enxuto financia, o que o caminho maior reduz de risco e quais marcos o capital deve provar.
DisponívelARPU de consumidor, ARPU B2B, lógica de break-even, primeiras métricas a validar e o que quebra o modelo.
DisponívelArquitetura não custodial, marcos por jurisdição, risco UE, dependência do parceiro de entrada/saída no Brasil e pareceres sobre movimentação entre usuários nos EUA e no Brasil.
DisponívelO que está no ar, o que está especificado, o que a rodada financia e o que vem depois do lançamento.
DisponívelEstrutura canônica de taxas, limites, custos repassados e funções em que a taxa da diBoaS é zero.
DisponívelArquitetura de carteira, dependências de provedores, fluxo não custodial, recuperação e principais riscos técnicos.
Em preparação